domingo, 7 de fevereiro de 2016

CONFERÊNCIA DE ENTREMESCLAR EM CAMPINA GRANDE – PB PARA O DESFRUTE DAS IGREJAS NA REGIÃO NORDESTE

CARTA-CONVITE

Amados irmãos,

É com muita alegria que convidamos a todos a participarem da Conferência de Entremesclar das igrejas da Região Nordeste, em Campina Grande – PB.

DATA: 25 à 27 de Março de 2016.
INÍCIO: 16:00 horas do dia 25/03.
LOCAL: DUBAI RECEPÇÕES. Avenida Janúncio Ferreira, 469 - Centro – Campina Grande – PB. Obs. Local das reuniões e refeições.


*PROGRAMAÇÃO DA CONFERÊNCIA
25/03 – Sexta-feira:
16:00hs – Reunião de jovens.
18:00hs – Intervalo/lanche jovens.
18:30hs – Reunião com todos os irmãos.
20:00hs – Jantar.
22:30HS – Repouso.

26/03 – Sábado:
9:00hs – Reunião com todos os irmãos.
12:00hs – Almoço.
14:00hs – Descanso.
16:00hs – Reunião de jovens.
16:30hs – Grupo de revisão (outros irmãos).
17:30hs – Término da revisão.
18:00hs – Intervalo para lanche.
18:30hs – Reunião com todos os irmãos.
20:00hs – Jantar.
22:30hs – Repouso.

27/03 – Domingo:
9:00hs – Reunião com todos os irmãos.
12:00hs – Almoço.
14:00hs – Término da conferência.

Para maiores informações ou dúvidas favor ligar para um dos seguintes irmãos.
Wamberto Lima (83) 9 8801-7722 - Oi
Henrique Alves (83) 9 9641-0773 - Tim
Lincon Guedes (83) 9 9947-2236 - Tim

campinagrandeigreja@gmail.com

Em Cristo e no Corpo.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

O QUE A SUA MORTE E RESSURREIÇÃO REPRESENTAM E ABRANGEM


O Senhor Jesus, quando morreu na Cruz, verteu seu sangue; doava assim a sua vida sem pecado para expiar os nossos pecados e satisfazer a justiça e santidade de Deus. somente o Filho de Deus podia cumprir esta obra. Nenhum homem pode ter parte nela. As Escrituras nunca tem falado que nós tenhamos vertido o nosso sangue com Cristo. Em sua obra expiatória diante de Deus, foi sozinho; mais ninguém poderia participar. Mas o Senhor não morreu somente para verter o seu sangue; Ele morreu para que nós pudéssemos morrer. Ele morreu como o nosso representante. Em sua morte, Ele abraça todos nós, vocês e eu.
Adotamos amiúde os termos "justificação" e "identificação" para descrever estes dois aspectos da morte de Cristo.
Na maior parte dos casos, a palavra "identificação" é exata. Mas "identificação" poderia fazer pensar que a iniciativa seja nossa: que seja eu que me esforço em identificar-me com o Senhor. Reconheço que o termo é apropriado, mas deveria ser adotado mais além. É melhor começar pelo fato que o Senhor me incluiu em sua morte. É a morte inclusiva do Senhor o que me dá o modo de me identificar; não sou eu que me identifico por ser incluído em sua morte. O que importa é que Deus tem me incluído em Cristo. Isto é uma coisa que Deus realizou. Por esta razão, aquelas duas palavras do Novo Testamento, "em Cristo", são sempre tão preciosas ao meu coração. A morte do Senhor Jesus nos abraça, nos liga. A ressurreição do Senhor Jesus é igualmente inclusiva. Nós paramos no primeiro capítulo da primeira epístola aos Coríntios, para estabelecer o fato de que estamos "em Jesus Cristo". Agora iremos até o fim dessa mesma epístola, para ver mais profundamente o que significa isto. Em 1 Coríntios 15:45-47, dois nomes ou títulos são adotados para indicar o Senhor Jesus. Ele é chamado "o último Adão" e ainda "o segundo homem". As Escrituras não falam dEle como do segundo Adão, mas como "o último Adão"; elas não falam nunca dEle como do último homem, mas como "o segundo homem". É preciso sublinhar esta distinção, porque ela confirma uma cada de grande valore. Como último Adão, Cristo abrange em si toda a humanidade; como segundo homem se converte na cabeça de uma nova raça. Achamos aqui, então, uma dupla união, uma relativa à sua morte e a outra à sua ressurreição. Em primeiro lugar, a sua união com a raça como "o último Adão" iniciou-se historicamente em Belém para terminar na Cruz e no túmulo. Por ela Ele recolheu em si mesmo tudo o que havia em Adão para levá-lo a juízo e à morte. Em segundo lugar, a nossa união com Ele como "segundo homem" inicia da ressurreição para terminar na eternidade —ou seja, para não acabar nunca—, porque tendo em sua morte deixado de lado o primeiro homem, no qual o desígnio de Deus não se cumpriu, Ele ressurgiu como Cabeça de uma nova raça de homens, na qual aquele desígnio será finalmente plenamente realizado. Assim, quando o Senhor Jesus foi crucificado na Cruz, o foi como o último Adão. Tudo o que estava no primeiro Adão foi recolhido e destruído com Ele. Também nós. Como último Adão, Ele cancelou a velha raça; e como segundo homem, introduziu a nova raça. Em sua ressurreição Ele avança como o segundo homem, e também aqui nós estamos compreendidos. "Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição" (Rm 6:5).
Nós morremos nEle quando era o último Adão; vivemos nEle agora que é o segundo homem. A Cruz é assim o poder de Deus que nos faz passar de Adão a Cristo.


Extraído do livro: A verdadeira vida cristã


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O MEIO DIVINO DA LIBERAÇÃO


Deus deseja certamente que esta consideração nos conduza à liberação prática do pecado. Paulo o mostra muito claramente quando inicia o capítulo 6 de sua carta aos Romanos com esta pergunta: "Que diremos pois? Permaneceremos no pecado?" todo seu ser se rebela diante do pensamento de uma tal possibilidade. "De modo nenhum!", exclama. Como poderia um Deus Santo estar satisfeito de ter filhos impuros e encadeados ao pecado? Assim, "como viveremos ainda nele (no pecado)?" (Rm 6:1-2). Deus tem, então, providenciado um meio poderoso e eficaz para liberar-nos do domínio do pecado. Mas é esse o nosso problema; nascemos pecadores, como podemos eliminar a nossa herança de pecado? Se somos nascidos em Adão, como poderemos sair de Adão? Deixem-me dizê-lo em seguida, o sangue de Cristo não pode nos fazer sair de Adão. Solo nos resta um único meio. Já que entramos na raça de Adão através do nascimento, só poderemos sair através da morte. Para pôr fim a nossa natureza pecaminosa é necessário pôr fim a nossa vida. A escravidão do pecado veio pelo nascimento; a liberação do pecado vem com a morte —e é esse precisamente o meio de liberação que Deus dispus. A morte é o segredo da liberação. "Nós, que estamos mortos para o pecado..." (Rm 6:1).
Mas como podemos morrer? Muitos de nós, talvez, temos realizado enormes esforços para livrar-nos deste estado de pecado, só para achá-lo ainda mas tenaz. Qual será, então, a saída? Não certamente tratando de matar-se, senão somente com o reconhecimento de que Deus tem resolvido o nosso problema "em Cristo". Isto é retomado na declaração sucessiva do apóstolo Paulo: "...todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte" (Rm 6:3). Todavia se Deus tem providenciado a nossa morte "em Jesus Cristo", é necessário que nós sejamos "nEle" para que isto seja verdade; e isto parece um problema tão difícil. Como podemos ser colocados "em Cristo"? Também aqui Deus vem em nosso auxílio. De fato, nós não possuímos meio algum de assumir a nossa posição em Cristo, porém, e o que é mais importante, não temos a necessidade de procurar fazê-lo, porque já estamos "em Cristo". Isso que nós não podíamos fazer por nós mesmos, Deus tem realizado por nós. Ele nos colocou em Cristo. Lembrem de 1 Coríntios 1:30. Acredito que este seja um dos mais preciosos versículos de todo o Novo Testamento: "Vós sois dele, em Jesus Cristo". Como? Por meio dEle: "...o qual para nós foi feito por Deus"
Louvado seja Deus! Não nos deu a preocupação de procurarmos um meio para sermos "em Cristo". Não precisamos predispor a nossa nova posição. Deus o tem feito por nós; e não somente tem predisposto a nossa posição em Cristo, mas também a cumpriu. Estamos já em Cristo; não temos, então, necessidade de esforçar-nos para estar nEle. Este é um fato divino, e foi cumprido. Ora, se isto é verdade, então se seguem algumas coisas. Na demonstração de Hebreus 7, que temos já considerado, vimos que "em Abraão" todo Israel —e portanto Levi, que ainda não tinha nascido— ofereceu o dizimo a Melquisedeque. Não ofereceram separada ou individualmente, mas estavam em Abraão quando ele ofereceu, e a sua oferta abrangeu toda a sua progênie. Esta, então, é a verdadeira figura de nós mesmos "em Cristo". Quando o Senhor Jesus esteve na Cruz, todos nós morremos —não separadamente, porque não tínhamos ainda nascido—, mas morremos nEle porque já éramos nEle. "Um morreu por todos, logo todos morreram" (2 Coríntios 5:14). Quando Ele foi crucificado, todos nós fomos crucificados, lá, com Ele. Freqüentemente, quando se predica nas cidades chinesas, é necessário usar exemplos muito simples para verdades divinas muito profundas. Lembro-me que um dia peguei um livro, coloquei nele um pedacinho de papel, e disse àquelas pessoas tão símplices: "Agora prestem muita atenção. Pego um pedacinho de papel. Ele tem uma identidade completamente diferente da do livro. Neste momento não o necessito, e o guardo dentro do livro. Agora faço alguma coisa com este livro. O envio para Xangai. Não envio o pedacinho de papel, porém o pedacinho de papel foi colocado dentro do livro. O que acontece com o pedacinho de papel? Poderá o livro ir para Xangai e o pedacinho de papel que está dentro dele ficar aqui? Pode o pedacinho de papel levar uma sorte diferente à do livro, se está dentro dele? Não! Aonde vá o livro, lá irá igualmente o pedacinho de papel. Se deixar cair o livro no rio, também o pedacinho de papel cairá nele, e se eu volto pegá-lo rapidamente, salvarei também o pedacinho de papel, porque ele está dentro do livro. Assim, "vós sois dele (de Deus), em Jesus Cristo".
O Senhor Deus mesmo nos colocou em Cristo, e o que Ele fez a Jesus Cristo, Ele o fez à humanidade toda. O nosso destino está ligado ao dele. Aquilo que Ele atravessou, nós o atravessamos também, porque "estar em Cristo" quer dizer estar identificados com Ele em sua morte e ressurreição. Ele foi crucificado; então, o que será de nós? Pediremos a Deus para que nos crucifique a nós também? Nunca! Já que Cristo foi crucificado, todos nós fomos já crucificados nEle; e como a sua crucifixão já aconteceu, a nossa não pode ainda estar no futuro. Duvido que vocês possam achar no Novo Testamento um único texto no qual se diga que a nossa crucifixão ainda deve acontecer.
Todas as referências a ela estão na forma "aoristo", do verbo grego que indica aquilo que aconteceu "uma vez para sempre", aquilo que aconteceu "eternamente no passado" (veja Rm 6:6; Gl 2:20; 5:24; 6:14). E como ninguém pode matar-se por meio da Cruz, porque é materialmente impossível, assim também sob o ponto de vista espiritual, Deus não nos pede para nos crucificar a nós mesmos. Já fomos crucificados quando Cristo foi crucificado, porque Deus nos colocou nEle. O fato de que estejamos mortos em Cristo não é simplesmente uma posição doutrinária, mas uma realidade eterna e inegável.


Extraído do livro: A verdadeira vida cristã

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

COMO EM ADÃO, ASSIM EM CRISTO


Em Romanos 5:12-21 não si fala somente de Adão; também se fala do Senhor Jesus. "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram". Em Adão recebemos tudo o que é de Adão; em Cristo recebemos tudo o que é de Cristo.
As expressões "em Adão" e "em Cristo" são suficientemente entendidas pelos cristãos e, a risco de me repetir, gostaria de sublinhar ainda com uma demonstração o significado hereditário e racial da expressão "em Cristo". Esta demonstração encontra-se na carta aos Hebreus. Vocês se lembram que, na 1° parte desta carta, o autor trata de demonstrar que Melquisedeque é maior que Levi? Recordarão que o argumento para demonstrar é que o sacerdócio de Cristo é maior que aquele de Arão, que pertencia à tribo de Levi. Ora, para demonstrar isto, o autor deve provar que o sacerdócio de Melquisedeque é maior do que aquele de Levi, pela simples razão que o sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque". É bem notório que o nosso Senhor surgiu da tribo da Judá, acerca da qual Moisés nada disse que concernisse ao sacerdócio. E a coisa é ainda mais evidente se surge, a semelhança de Melquisedeque, um outro Sacerdote que foi feito tal não em teor de uma lei de prescrições humanas, mas em virtude do poder de uma vida indissolúvel; porque lhe é rendido este testemunho: "Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque" (Hb 7:17). Ao contrário, o sacerdócio de Arão foi, naturalmente, segundo a ordem de Levi. Se o autor pode nos demonstrar que Melquisedeque, aos olhos de Deus, é maior que Levi, ele conseguiu o seu objetivo e o prova de maneira notável.
No capítulo 7 dos Hebreus se diz que Abraão, um dia, voltando da batalha dos Reis (Gênesis 14), ofereceu a décima parte do seu botim a Melquisedeque e foi por ele abençoado. Se Abraão ofereceu a décima parte a Melquisedeque, significa que Levi era menos importante que Melquisedeque. Por quê? O fato de que Abraão fez a oferta significa também que Isaque, "em Abraão", ofereceu a Melquisedeque. Mas se isso era verdade, então também Jacó "em Abraão", o que, pela sua vez, significa que também Levi "em Abraão" fez a sua oferta a Melquisedeque. Ora, sem contradição, o inferior é abençoado pelo superior (Hebreus 7:7). Levi está numa posição inferior à de Melquisedeque, e portanto o sacerdócio de Arão é inferior àquele do Senhor Jesus. Levi, na época da batalha dos Reis, não tinha sido ainda nem sequer concebido, porém já estava "nos lombos de seu pai (Abraão)" e, por assim dizer, através de Abraão ele "pagou dízimos" (Hebreus 7:9-10).
Este é de fato o exato significado do termo "em Cristo".
Abraão, como cabeça da família da fé, inclui em si mesmo a inteira família. Quando ele fez a sua oferta a Melquisedeque, a inteira família fez aquela oferta nele. Eles não ofereceram separadamente como indivíduos, mas estavam nele, portanto ao fazer a sua oferta ele incluiu em si a sua descendência. Assim, nos é apresentada uma nova possibilidade. Em Adão todos estamos perdidos. Através da desobediência de um homem nós fomos todos constituídos pecadores. Por meio dele entrou o pecado e, através do pecado, a morte; e através de toda a raça o pecado reinou, daquele dia em diante, para a morte. Mas agora um raio de luz foi jogado sobre a cena. Através da obediência de um Outro nós podemos ser constituídos justos. Onde o pecado abundou, a graça superabundou, e como o pecado reinou dando a morte, assim pode a graça reinar através da justiça, dando a vida eterna por meio de Jesus Cristo nosso Senhor (Rm 5:19-21). A nossa desesperança está em Adão; a nossa esperança, em Cristo.

Extraído do livro: A verdadeira vida cristã


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A CONDIÇÃO NATURAL DO HOMEM

"Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. [...].Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um, muitos serão feitos justos”  (Romanos 5:12; 19).

Nesta grande passagem, a graça é colocada em contraste com o pecado, e a obediência de Cristo é oposta à desobediência de Adão. O Espírito de Deus busca aqui mostrar-nos como éramos antes e no que nos convertemos depois.
No inicio de nossa vida cristã estamos preocupados com as nossas ações e não com a nossa natureza; estamos entristecidos mais com aquilo que temos feito que com aquilo que somos. Imaginamos que se pudéssemos só reparar certas ações, poderíamos ser bons cristãos e nos esforçamos, então, para mudar nossa maneira de agir. Mas o resultado não é o que esperamos. Reparamos, desalentados, que o mal não provém somente das dificuldades exteriores, mas que há, em efeito, uma causa mais grave em nosso interior. Desejamos que o Senhor goste de nós, mas achamos em nós alguma coisa que não deseja gostar dEle. Buscamos de sermos humildes, mas há alguma coisa em nossa natureza que rejeita a humildade. Desejamos amar, mas não há amor em nós. Sorrimos e procuramos aparecer muito amáveis, mas intimamente nos sentimos muito longe da verdadeira bondade. Porém tentamos corrigir o nosso exterior, mais reparamos quão profundas são as raízes do mal. Então, vamos ao Senhor e lhe dizemos: "Senhor, agora vejo! Não é só que faço o mal; eu mesmo sou malvado".
A conclusão de Romanos 5:19 começa a iluminar o nosso coração. Somos pecadores. Somos membros de uma raça de criaturas que, pela sua constituição, são muito diferentes daquilo que Deus tinha planejado. A causa da queda, uma mudança fundamental si produziu no caráter de Adão, que o converteu num pecador, num homem incapaz, por natureza, de gostar a Deus; o parecido que nós temos com a família não é simplesmente superficial, senão que abrange inteiramente a nossa natureza interior. Fomos "constituídos pecadores". Como chegamos a isto? "Pela desobediência de um só", diz o apóstolo.
Permitam-me ilustrar este fato com uma analogia. O meu nome é Nee. É um nome chinês muito comum. Como eu o recebi? Não fui eu que o escolhi. Não examinei a lista de nomes chineses para eleger este. O fato que o meu nome seja Nee não depende em nada de mim, e meu pai era Nee porque meu avô era Nee, etc... Se eu atuo como um Nee sou um Nee, e se não atuo como um Nee, igualmente sou um Nee. Se eu virasse Presidente da República China serei Nee, e se me tornasse mendigo ainda seria Nee. Nada do que eu faça ou deixe de fazer poderá me converter numa outra coisa que não seja Nee. Nós somos pecadores não a causa de nós mesmos, mas por causa de Adão. Eu sou pecador não porque peco individualmente, mas porque eu estava em Adão quando ele pecou. Porque desço de Adão, sou uma parte dele. E, ainda mais, não posso fazer nada para mudar isso. Nem sequer melhorando a minha conduta posso fazer de mim mesmo outra coisa que não seja uma parte de Adão, ou seja, um pecador.

Vemos nós a unidade da vida humana? A nossa vida vem de Adão. Se seu avô fosse morto na idade de três anos, onde estariam vocês? Teriam morrido nele! A sua existência está ligada à dele. Ora, exatamente da mesma maneira a existência de cada um de vocês está ligada à de Adão. Ninguém pode dizer: "Eu nunca estive no Éden", porque virtualmente nós estávamos lá quando Adão cedeu às palavras da serpente. Estamos, então, todos implicados no pecado de Adão, e a causa do nosso nascimento em Adão herdamos dele todo aquilo em que ele se converteu como conseqüência do seu pecado, ou seja, a natureza de Adão, que é a natureza do pecador. Temos recebido dele a nossa existência física e, como sua vida se converteu numa vida de pecado, numa natureza pecaminosa, a natureza que nós temos dele é também pecaminosa. Assim, como já dissemos, o mal é a nossa herança, não somente no nosso agir. A menos que possamos mudar o nosso nascimento, não há liberação para nós. Mas é precisamente nesta direção que acharemos a solução do nosso problema, porque é exatamente assim que Deus o fez.


Extraído do livro: A verdadeira vida cristã

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Romanos 5:1-21

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação. Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Eclesiastes 2:1-26


Disse eu no meu coração: Ora vem, eu te provarei com alegria; portanto goza o prazer; mas eis que também isso era vaidade. 
Ao riso disse: Está doido; e da alegria: De que serve esta? 
Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne (regendo porém o meu coração com sabedoria), e entregar-me à loucura, até ver o que seria melhor que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu durante o número dos dias de sua vida. 
Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. 
Fiz para mim hortas e jardins, e plantei neles árvores de toda a espécie de fruto.
Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores. 
Adquiri servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém. 
Amontoei também para mim prata e ouro, e tesouros dos reis e das províncias; provi-me de cantores e cantoras, e das delícias dos filhos dos homens; e de instrumentos de música de toda a espécie. 
E fui engrandecido, e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria. 
E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho. 
E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol. 
Então passei a contemplar a sabedoria, e a loucura e a estultícia. Pois que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram. 
Então vi eu que a sabedoria é mais excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas.
Os olhos do homem sábio estão na sua cabeça, mas o louco anda em trevas; então também entendi eu que o mesmo lhes sucede a ambos. 
Assim eu disse no meu coração: Como acontece ao tolo, assim me sucederá a mim; por que então busquei eu mais a sabedoria? Então disse no meu coração que também isto era vaidade. 
Porque nunca haverá mais lembrança do sábio do que do tolo; porquanto de tudo, nos dias futuros, total esquecimento haverá. E como morre o sábio, assim morre o tolo! 
Por isso odiei esta vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e aflição de espírito. 
Também eu odiei todo o meu trabalho, que realizei debaixo do sol, visto que eu havia de deixá-lo ao homem que viesse depois de mim. 
E quem sabe se será sábio ou tolo? Todavia, se assenhoreará de todo o meu trabalho que realizei e em que me houve sabiamente debaixo do sol; também isto é vaidade.
Então eu me volvi e entreguei o meu coração ao desespero no tocante ao trabalho, o qual realizei debaixo do sol. 
Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, conhecimento, e destreza; contudo deixará o seu trabalho como porção de quem nele não trabalhou; também isto é vaidade e grande mal. 
Porque, que mais tem o homem de todo o seu trabalho, e da aflição do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol? 
Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é aflição; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade. 
Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus. 
Pois quem pode comer, ou quem pode gozar melhor do que eu? 
Porque ao homem que é bom diante dele, dá Deus sabedoria e conhecimento e alegria; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte, e amontoe, para dá-lo ao que é bom perante Deus. Também isto é vaidade e aflição de espírito

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

1 João 1:1-10


O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra. E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Isaías 43:10-13

Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.  Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador. Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor; eu sou Deus. Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?

domingo, 24 de janeiro de 2016

Série: Marido & Mulher


MOSTRE APRECIAÇÃO E SENSIBILIDADE


2)   Demonstre a sua apreciação

A apreciação de um marido pela esposa não pode ser menor que a de qualquer outra pessoa. Sua apreciação talvez não seja maior, mas, pelo menos ela não deve ser menor do que a dos demais. Por que se casou então se apreciava tão pouco o seu valor? Sua percepção estava errada naquela época ou está errada agora. O mesmo se aplica à pessoa. Por que se casou com esse homem se sente que ele é a pessoa errada? Você mesma deve estar errada. Para se Ter uma família feliz, a apreciação mútua é essencial. Que não aconteça que outros elogiem o seu companheiro na vida enquanto você o critica. Observe os pontos fortes de seu companheiro e esteja consciente das virtudes dele ou dela. Sempre que a oportunidade se oferecer, confesse em público o que você observou e sentiu. Isto não é fingimento, pois você está dizendo a verdade. Quando o casal aprecia um ao outro, dessa forma, o laço familiar se fortalece.
Se não houver uma manifestação desse tipo, muitos mal-entendidos e problemas surgirão. Havia na Inglaterra um irmão que jamais disse à esposa que apreciava qualquer coisa que ela tivesse feito. Esta irmã se achava naturalmente preocupada em Ter falhado como esposa e como cristã. Ela se preocupou a ponto de ficar doente e morrer. Enquanto agonizava, o esposo lhe falou: “Não sei o que vou fazer se perder você, pois foi sempre tão boa para mim. O que acontecerá a esta família se você morrer?” “Por que não disse isso antes?” perguntou a esposa. “Eu sempre sentia que não era boa o bastante. Eu me culpava todo o tempo. Você nunca fez um elogio, mostrando que eu fizera algo bem feito. Eu me atormentei até ficar doente e agora até a morte”.Lembre-se, uma família realmente necessita de palavras cheias de amor. Seria melhor se tais palavras fossem ditas com freqüência. Os maridos e esposas devem aprender a se apreciar mutuamente e a falar com amor um do outro.

Eu sei que alguns irmãos não alcançam êxito por que as esposas não os apreciam devidamente. Elas sempre dizem que os maridos não são suficientemente bons; e estes passam então a acusar-se a si mesmos. Suas esposas fazem o papel de suas consciências. Desde que justamente aquelas que deveriam conhecê-los melhor – as esposas – os consideram inúteis, os maridos concluem que eles não devem prestar para nada. Por essa razão, vamos lembrar que o sucesso ou o fracasso de uma família depende muito da apreciação e do reconhecimento dos pontos fortes e das virtudes de cada um, tanto quanto da restrição em notar as fraquezas e problemas um do outro.

Watchman Nee