segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Salmos 90:12-17

Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. Volta-te, SENHOR! Até quando? Tem compaixão dos teus servos. Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias. Alegra-nos por tantos dias quantos nos tens afligido, por tantos anos quantos suportamos a adversidade. Aos teus servos apareçam as tuas obras, e a seus filhos, a tua glória. Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós as obras das nossas mãos, sim, confirma a obra das nossas mãos.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

quarta-feira, 26 de julho de 2017

OS CÉUS SENDO ABERTOS

Aconteceu no trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, que, estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus. No quinto dia do referido mês, no quinto ano de cativeiro do rei Joaquim, veio expressamente a palavra do SENHOR a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do SENHOR (Ez 1:1-3).

“Se abriram os céus, e eu tive visões de Deus” (v. 1b). A abertura dos céus é uma visitação especial de Deus. Sempre que as pessoas na terra são um com Deus, os céus serão abertos a elas. Na terra do cativeiro havia um homem, Ezequiel, que era maduro e que era um com Deus, e os céus foram abertos para ele. Hoje o princípio é o mesmo. Precisamos que os céus sejam abertos para nós, mas para que os céus sejam abertos em nossa experiência, precisamos ser Ezequiéis. Se somos Ezequiéis hoje, teremos um céu aberto.

A primeira vez que a Bíblia menciona os céus sendo abertos foi quando Jacó estava vagueando na sua tentativa de escapar de seu irmão Esaú. Ele teve um sonho, e naquele sonho os céus foram abertos para ele (Gn 28:11-17). Isso significava que Deus intentava ganhar Jacó como Sua primeira conquista na terra para que os céus pudessem ser abertos para a terra. Quando o Senhor Jesus foi batizado, os céus foram abertos para declarar que havia um homem na terra que era um com Deus nos céus (Mt 3:16-17). Quando Estêvão foi martirizado, os céus foram abertos para ele (At 7:56). Quando o Senhor Jesus voltar, os céus serão abertos para ele novamente. É uma grande bênção para os filhos de Deus ter os céus abertos para eles.

Depois que a terra foi ocupada por Satanás e as pessoas na terra foram danificadas por ele, Deus não poderia vir à terra, e os céus, onde Deus está, não poderiam ser abertos às pessoas na terra. Essa era a situação à época de Ezequiel. O povo de Israel foi danificado por Satanás e levado embora para o cativeiro, e, como resultado, os céus não puderam ser abertos para eles. No entanto, entre aqueles no cativeiro, havia um sacerdote que estava buscando Deus e O contatando e que estava conectado com os céus. Os céus puderam, portanto, ser abertos para ele e até mesmo descer à terra, permitindo as coisas celestiais de Deus serem vistas pelo povo na terra e serem cumpridas entre eles na terra.  Isso foi realmente uma grande questão.


Deus continua a precisar de pessoas que possam induzir Seus céus a serem abertos. Hoje a terra ainda está ocupada por Satanás; as pessoas na terra ainda estão nas mãos de Satanás; e a maioria do povo de Deus ainda está no cativeiro. Portanto, há uma urgente necessidade de alguns, como Ezequiel, que busquem a Deus, contatem Deus, e sejam sacerdotes de Deus ministrando diante de Deus. Se Deus tem tais Ezequiéis hoje, os céus serão abertos, as pessoas na terra poderão ser capazes de ter as visões celestiais, e as coisas celestiais serão cumpridas na terra. Nesses dias possamos todos buscar a Deus e contatá-Lo e que os céus possam ser abertos para nós.

Extraído do livro: Estudo-vida de Ezequiel

segunda-feira, 24 de julho de 2017

JUNTO AO RIO



Quando Ezequiel teve as visões, ele estava junto a um rio. Ele diz no versículo 1 “estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar.” O rio Quebar significa o poder do inimigo para danificar o povo de Deus (Is 8:7-8). Quebar significa “forte”, “abundante”, “poderoso”. Esse rio, o rio da Babilônia, indica que Babilônia era forte e poderosa, e portanto significa o poder de Babilônia em estar contra o povo de Deus. Hoje o “rio de Quebar” é a maré satânica da era que arrasta o povo de  de Deus para a Babilônia.

Há dois rios no livro de Ezequiel: o rio Quebar no capítulo um e o rio fluindo do templo no capítulo quarenta e sete. O rio Quebar arrasta o povo de Deus para longe de Deus, mas o rio que sai do templo traz as pessoas para dentro da vida de Deus. Precisamos perceber que esses dois rios ainda estão na terra hoje. Um rio é a tendência, o curso, a maré desse mundo. Esse é o rio de Babilônia, o rio do mundo caído, que leva as pessoas para longe de Deus. Louvamos ao Senhor por que há um outro rio e que tudo vive onde quer que esse rio vá.

Dois rios estão fluindo hoje. Um rio é desse mundo; o outro rio é da terra santa. Um rio arrasta as pessoas para longe de Deus; o outro rio traz as pessoas de volta para Deus em vida. Um rio destrói a edificação de Deus; o outro rio edifica o lugar de habitação de Deus.

Em qual rio você está – no rio Quebar ou no rio que flui do lugar de habitação de Deus? 

Extraído do livro: Estudo-vida de Ezequiel

segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Morte Liberou Vida

Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto (João 12:24).


Quando Jesus estava andando nesta terra, a vida que Ele possuía ainda não podia ser transmitida a nós. Uma das razões para isso, é que Sua vida estava limitada pelo tempo e pelo espaço; estava confinada a Ele mesmo. Ela não podia entrar nos crentes para ser a nova fonte da sua existência. Por essa causa, Cristo tinha de morrer na carne. Quando Ele morreu, o jugo da carne foi quebrado e Sua vida foi liberada.
Em João 12:24 o Senhor se comparou a um grão de trigo, em cuja semente há vida corporificada. Quando o grão cai na terra e morre, a vida em seu interior é liberada e muito fruto é produzido.
Portanto, Deus não parou na encarnação. Ele prosseguiu até a morte, a fim de que Sua vida pudesse ser livrada da carne e liberada para o Espírito Santo. Consequentemente, Ele já não está mais limitado pelo tempo e pelo espaço. Sua vida pode agora ser dispensada sem reservas para todos os que creem. A morte de Cristo na cruz não é meramente para a redenção do pecado, mas é também para liberar a vida divina. Liberar a vida divina é o objetivo principal, enquanto a regeneração é somente uma necessidade remediadora.

Extraído do livreto Vida pela fé