domingo, 23 de novembro de 2014

João 5:39-40


Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; E não quereis vir a mim para terdes vida.


Partir do Pão - Igreja em Mossoró

23 de novembro de 2014

Senhor Jesus, à Tua mesa vimos, Teu vinho e pão podemos contemplar; E Te louvamos pois és alimento Que todo homem pode desfrutar.

 Neste pão o Corpo é visto - Expressão do amor de Cristo; Que sentido esta mesa tem!

Quão gloriosa Tua mesa é! Convidados Teus nós somos, Em Teu lar, Senhor, ceamos; Quão gloriosa Tua mesa é!



Senhor Jesus, ao homem não vieste Para o reger de forma exterior, Mas, como alimento que o sacia, E o guia em vida no interior.

Por Teu sangue, comunhão Entre os santos todos há; Sua cobertura a nós Encorajamento dá.

Com todos festejando, Quão rica tal porção! Que comunhão real há Em nossa reunião!

Entremesclar em Garanhuns - PE

15 e 16 de novembro de 2014


De tudo, Cristo realidade é: De Deus, do homem e de tudo o mais; Ninguém jamais, sem Cristo, achou a Deus, Sem Ele, tudo é falso e fugaz.

Quem dirá das maravilhas Que por mim fez Teu amor? A maior de todas elas É que um Contigo sou.

Por amor, por mim morreste E Te dispensaste a mim, Para em Ti ser enxertado, E de Ti ser parte assim.

Cristo, o Senhor e nosso Deus real, Cristo, a nossa vida e luz reais; Real bebida e comida é, A nossa veste e poder veraz.

Teu amor Senhor expressa Teu divino, amável ser, Dá sentido à minha vida, Faz-me um com Teu querer.
Irmãos da Igreja em Campina Grande/PB
Um seremos para sempre, Eu sou Teu; és meu, Senhor; Este é meu testemunho: Viveremos nesse amor.

Entremesclar em Natal - RN

02 e 03 de agosto de 2014

video

Extraído: https://www.youtube.com/watch?v=XfXz2pged8w

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A Visão de Cristo [Parte I]

Leitura bíblica: Cl 2:16-18a,19; Jo 14:6; 5:39-40; 16:13; 1Jo 5:6; Ef 3:8,18.

I. "Portanto, ninguém vos julgue por causa de comida e bebida ou a respeito de dias de festa, ou lua nova, ou sábados, pois tudo isso é sombra das coisas vindouras, mas o corpo é de Cristo. Que ninguém vos defraude julgando-vos indignos do vosso prêmio" – Cl 2:16-18a: 
  1. Assim como o corpo físico do homem, o corpo em Colossenses 2:17 é a substância, e assim como a sombra de um corpo humano, os rituais da lei são uma sombra de Cristo, que é a substância e realidade do evangelho; Colossenses desvenda esse Cristo todo-inclusivo como o foco da economia de Deus – Cl 1:17a, 18a; 3:11
  2. Diária, semanal, mensal e anualmente Cristo é a realidade de todas as coisas positivas, indicando a vastidão universal do Cristo todo-inclusivo:
    1.     Diariamente, Cristo é nossa comida e bebida para nossa satisfação e fortalecimento – 1Co 10:3-4.
    2.     Semanalmente, Cristo é o nosso sábado para nossa completação e descanso Nele – Mt 11:28-29.
    3.     Mensalmente, Cristo é nossa lua nova como um novo começo com luz nas trevas – Jo 1:5; 8:12.
    4.     Anualmente, Cristo é nossa festa para gozo e desfrute – 1Co 5:8.
    1. O Cristo extensivo, que é cheio de atratividade e rico em magnetismo, é a essência da Bíblia – Lc 24:44; Jo 5:39-40; Mt 1:1; cf. Ap 22:21.
    2. Segundo o contexto, o “prêmio” em Colossenses 2:18 é o desfrute de Cristo como o corpo das sombras; ser defraudado do nosso prêmio é ser defraudado do desfrute subjetivo de Cristo – cf. Gn 15:1; Fp 3:8.
    3. Nossa necessidade é que o Cristo subjetivo se torne nosso desfrute para completar a revelação divina em nós; se somos carentes na experiência e desfrute de Cristo, também o somos quanto à revelação de Deus – Cl 1:25-28.
    4. Tudo o que fazemos dia após dia deve lembrar-nos de Cristo como a realidade daquilo; se seguimos a prática de tomar Cristo como a realidade de todas as coisas materiais em nossa vida diária, nosso andar diário será revolucionado e transformado e seremos cheios de Cristo – 2Co 4:16; Fp 1:19-21a.
    5. Precisamos desfrutar Cristo dia após dia como a realidade de todas as nossas necessidades:
    1.     Cristo é nosso fôlego – Jo 20:22.
    2.     Cristo é nossa bebida – Jo 4:10,14; 7:37-39a.
    3.     Cristo é nossa comida – Jo 6:35, 57.
    4.     Cristo é nossa luz – Jo 1:4; 8:12.
    5.     Cristo é nossa vestimenta – Gl 3:27.
    6.     Cristo é nossa morada – Jo 15:5, 7a; Sl 90:1; 91:1.  


    Extraído da sinopse das mensagens dadas na Conferência e Entremesclar das igrejas no Nordeste (Garanhuns-PE, 15 e 16 de novembro de 2014).

    quinta-feira, 23 de outubro de 2014

    Jovens, reflitam!!

    Eu estava desfrutando de Daniel, capítulo 1, e fiquei maravilhada com a experiência de Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Posso testificar que em minha educação, meus pais sempre mostraram que para servir melhor ao meu Deus, eu preciso estudar e me preparar humanamente falando. O versículo 4 confirma isso, o rei Nabucodonosor mandou que trouxessem jovens dos filhos de Israel "de boa aparência, instruídos em toda sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio". Nós sabemos como Deus usou esses jovens para o Seu proposito!

    Depois o rei determinou a ração diária que esses jovens deveriam comer (finas iguarias da mesa real e o vinho que o próprio rei bebia) - é impressionante como o mundo nos oferece o seu melhor, para nos atrair e contaminar. Sabemos que o alimento é algo imprescindível para a nossa vida e quando o ingerimos, ele passa a constituir o nosso próprio ser. Assim como Daniel, eu resolvo, firmemente, não me contaminar com as finas iguarias reais, nem com o vinho que o mundo oferece (vinho, na Bíblia, representa alegria); antes, quero me alimentar de legumes e água, quero que alimentar do próprio Senhor Jesus, pois Ele é o verdadeiro alimento e a verdadeira bebida (Jo 6:35; 7:37-38). E o mais interessante é que a nossa alimentação (que é algo interior) reflete em nossa aparência (algo exterior) (Dn 1: 12-15), as pessoas conseguem ver a diferença entre uma pessoa que se alimenta de Cristo de uma que se alimenta dos prazeres que o mundo dá.

    Outro ponto que achei lindo foi que, versículo 17 de Daniel 1, Deus deu a estes jovens o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria e entre todos (versículo 18) não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias, pois "em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos de que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino" (versículo 20).

    Mas, eu me pergunto: como posso adquirir esse conhecimento e sabedoria? Que tenho eu de diferente desses quatro jovens? Como posso ter inteligência para servir melhor o Senhor como eles serviram? A resposta é simples: Se alimente de CRISTO! A Bíblia mostra em Provérbios 2: "Filho meu, se ACEITARES as Minhas palavras e ESCONDERES contigo os Meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o teu coração ao entendimento, e, se CLAMARES por inteligência, e por entendimento ALÇARES a voz, se BUSCARES como a prata e como a tesouros escondidos a PROCURARES, então, ENTENDERÁS O TEMOR DO SENHOR e ACHARÁS O CONHECIMENTO DE DEUS. Porque o Senhor dá a sabedoria, e da Sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade, guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos".

    Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência (Jó 28:28)

    quinta-feira, 28 de agosto de 2014

    O DUPLO REMÉDIO DE DEUS: O SANGUE E A CRUZ


    Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus (Rm 3:25). Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira (Rm 5:9)Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado (Rm 6:6).

    Os oito primeiros capítulos da Epístola aos Romanos nos apresentam dois aspectos da salvação: primeiro o perdão dos nossos pecados, e depois a liberação do pecado. Porém agora, levando em conta este fato, devemos considerar mais uma diferença.

    Na primeira parte de Romanos 1-8 (versículos de 1:1 até 5:11) menciona-se duas vezes o sangue de Jesus, no versículo 3:25 e no versículo 5:9. Na segunda parte (versículos de 5:12 até 8:38) é introduzida, no versículo 6:6, uma nova idéia, quando nos é dito que nós fomos "crucificados" com Cristo. O tema tratado na primeira seção concentra-se sobre aquele aspecto da obra do Senhor Jesus, que é representado pelo "sangue" vertido pela nossa justificação através da "remissão dos pecados". Esta terminologia já não é utilizada na segunda seção, onde o tema se concentra sobre o aspecto de sua obra, representado pela "Cruz", ou seja, pela nossa união com Cristo em sua morte, em sua sepultura e em sua ressurreição. Esta distinção tem um grande valor. Veremos assim que o sangue tem a ver com o que temos feito, enquanto que a Cruz refere-se ao que somos. O sangue cancela nossos pecados, ao passo que a Cruz se ocupa da origem de nossa natureza pecaminosa. 

    Extraído do livro: A verdadeira vida cristã

    quarta-feira, 27 de agosto de 2014

    O NOSSO DUPLO PROBLEMA: OS PECADOS E O PECADO


     Os primeiros oito capítulos da carta aos Romanos constituem um todo em si mesmo. Os primeiros quatro, junto com os versículos 1-11 do quinto, formam a primeira parte, e os outros três capítulos e meio (5:12 – 8:39) formam a segunda parte deste conjunto. Uma leitura atenta nos mostrará que o argumento tratado na primeira metade é diferente daquele tratado na segunda. Por exemplo, na primeira metade podemos relevar o uso preponderante da palavra "pecados", em plural. Na segunda metade, ao contrário, já não é mais assim, porque enquanto a palavra "pecados" aparece somente uma vez, a palavra "pecado", em singular, repete-se muitas vezes e si constitui no principal tema tratado. Por que acontece isto?
    Porque na primeira parte trata-se dos pecados que eu tenho cometido diante de Deus, pecados numerosos e que podem ser contados; enquanto na segunda, o pecado é examinado como o princípio que opera em mim. Qualquer seja o número de pecado que eu tenha cometido, aquilo que age em mim é sempre o mesmo princípio de pecado. Eu preciso de perdão pelos meus pecados, mas necessito também ser liberado do poder do pecado. O perdão diz respeito a minha consciência, a liberação concerne a minha vida. Posso receber o perdão de todos os meus pecados, mas, a causa do "meu" pecado, não encontro paz duradoura no meu espírito.
    Quando a luz de Deus penetrou pela primeira vez em meu coração, meu primeiro desejo foi o de ser perdoado, porque compreendi que tinha pecado diante dEle; mas depois de ter recebido o perdão dos pecados fiz um novo descobrimento, aquele do pecado, e percebi que não somente havia pecado diante de Deus, mas que dentro de mim existe alguma coisa injusta.
    Descobri a minha natureza de pecador. Existe em mim uma tendência natural para o pecado, um poder superior que me arrasta ao pecado. Quando esta força maléfica se manifesta, eu peco. Posso procurar receber o perdão, mas ainda assim continuarei pecando. A minha vida continua então num círculo viçoso: peco, sou perdoado, porém volto pecar. Alegro-me considerando a bênção do perdão de Deus, mas preciso de alguma coisa a mais: eu preciso da liberação. Necessito do perdão por aquilo que eu fiz, mas preciso também de ser liberado daquilo que eu sou.



    segunda-feira, 25 de agosto de 2014

    2 Coríntios: 1. 2-5

     Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação