quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Testemunho de fé

Nos muros de um abandonado e tétrico calabouço localizado nos arredores da cidade de Colônia (Alemanha), logo após o término da Segunda Guerra Mundial, foram encontrados os seguintes escritos de um prisioneiro: "Creio no sol, mesmo quando ele não brilha. Creio no amor, mesmo quando não o sinto. Creio em Deus, mesmo quando Ele permanece silencioso" (James C. Hefley).

Extraído do livro: Em tudo uma lição... 

domingo, 15 de janeiro de 2017

João 20:17


Em João 15:15, o Senhor Jesus eleva a condição dos Seus discípulos de servos para amigos. Nós, éramos os Seus muitos servos e passamos a ser considerados amigos.
Agora, nesse versículo nossa condição é elevada novamente e isso é muito precioso. O termo "meus irmãos" é mencionado pelo Senhor Jesus a primeira vez.
Anteriormente, o termo mais íntimo que o Senhor havia usado ao ao referir-se aos Seus discípulos foi "amigos" (Jo 15:14-15). Mas, após a Sua ressurreição, Ele passou a chama-lo de irmãos. Por meio dá Sua ressurreição, Seus discípulos foram regenerados (1Pe 1:3) com a vida divina.
Ele era o Filho único do Pai. Mediante a Sua morte e ressurreição, o Unigênito do Pai tornou-se o Primogênito e nós os Seus muitos irmãos.

Extraído da página: Versículos da Bíblia

sábado, 14 de janeiro de 2017

Gálatas 5:13




Todos nós passamos por essa experiência. Um belo dia algo muda em nós e do nada queremos servir a Deus. Como isso acontece? Como alcançamos um coração desejoso de ser usado pelo Senhor?

Para nós, até ter o coração disposto a ser usado pelo Senhor é o resultado de uma extraordinária obra de visitação do Senhor a nós. Somente quando o Senhor nos visita o nosso coração muda para Ele.
A obra de visitação do Senhor é muito mais grandiosa do que a obra do Senhor ao nos criar.
Antes nós nem nos importávamos com Ele e do nada , para nossa surpresa, agora temos o desejo de servir-Lo. Isso é prova da visitação do Senhor e de que a Sua graça veio a nós.
Nos últimos milhares de anos, Deus veio ao homem e o visitou inúmeras vezes. Infelizmente, não são muitos na igreja hoje que sentiram Sua visitação. Deus sempre vem ao homem, contudo, o homem muitas vezes O põe de lado.
Não devemos pensar que, para obter o chamado de Deus, precisamos ouvir uma voz como a de trovão ou ver uma grande luz como Paulo viu no caminho para Damasco (At 9:3; 22:6). Na verdade, em princípio, a voz mansa e suave dentro de nós não é diferente do chamado que Paulo recebeu na estrada para Damasco.
Podemos usar a luz do sol como ilustração. Embora haja diferença entre a intensidade do calor da luz tênue vista ao amanhecer e a dos raios brilhantes vistos ao meio-dia, o sol é o mesmo. De igual modo, embora Deus às vezes chame o homem de modo extraordinário, na maior parte das vezes Ele aparece ao homem e o visita de modo comum.
A visitação de Deus ao homem é a confirmação de Seu desejo de usá-lo e o início de Seu uso do homem.
Que possamos ser fiéis ao chamado do Senhor e a Sua visitação. Jesus te ama!

Extraído da página: Versículos da Bíblia

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Tratamentos e o Conhecimento são Inseparáveis


Nada é mais precioso em nossa vida terrena do que conhecer a Deus. Para conhecê-lo, precisamos receber seu tratamento em todas as coisas. Precisamos receber seu tratamento na questão de conhecê-lo bem como na questão da oração. Precisamos tratar do ambiente bem como do pecado. Vamos inquirir quanto ao significado de tudo o que nos acontecer. Há alguma exigência de Deus? O indolente nunca chegará a conhecê-lo. Conhecemo-lo através da oração; conhecemo-lo mediante a comunhão com Ele. Deveríamos aprender com Paulo, que orou ao Senhor não apenas uma vez, mas duas e três vezes até que o Senhor lhe respondeu. Deveríamos também aprender com nosso Senhor que, no jardim do Getsêmani, orou: “Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (Mt 26:42). Ele orou não apertas uma vez, mas a segunda e a terceira vez até ter certeza sobre essa questão. Oremos também primeira, segunda e terceira vez até recebermos resposta de Deus. Somente dessa maneira é que podemos conhecer a Deus.
Posso dizer algumas poucas palavras a meus colegas? Não podem sair a trabalhar se não tiverem aprendido como tratar com Deus bem como a serem tratados por Deus, pois nem mesmo podem ser comparados a um bom cristão. Se vocês não conhecem o caminho de Deus, nem seu procedimento, nem sua natureza, que é que os torna diferentes das outras pessoas? Vocês podem dar-lhes algumas idéias espirituais, mas não podem guiá-las no caminho espiritual. Nem todos os que lêem o guia de Hanchow ou de Pequim já estiveram em Hanchow ou em Pequim. Nem todos os que têm um livro de arte culinária já experimentaram as receitas do livro. Da mesma forma, vocês não podem guiar as pessoas se nada tiverem além do conhecimento da Bíblia.

No entanto, não é suficiente também ter apenas experiência sem o conhecimento da Palavra, pois nesse caso não se terá as palavras adequadas para ajudar as pessoas. O Senhor diz: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt 22:29). Tal é sua repreensão. Muitos crentes têm falta de conhecimento bíblico e do poder divino. Muitos têm apenas uma pequena idéia espiritual; cada qual imagina as coisas sem saber como realmente são. Alguns podem ensinar outras pessoas porque seus cérebros são mais fortes e conseguem lembrar-se um pouco mais da doutrina. Ó irmãos, este é um fenômeno demasiadamente trágico! Que possamos aprender a conhecer a Deus tanto em sua vontade como em oração. Nós podemos conhecê-lo. Nada é mais importante que isto. Não vamos guardar a luz que temos em nossos cérebros; busquemos, antes, conhecer a Deus e receber seus tratamentos.

Extraído do livro: Conhecendo a Deus em oração e em Sua vontade

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Deus me escolheu?


Deus tem um bom prazer, e segundo o Seu bom prazer Ele fez um plano. Por conseguinte, Ele arranjou uma administração universal de Sua casa para dispensar Suas riquezas para dentro de Seu povo escolhido. Então nos selecionou, não somente antes de sermos criados, mas também antes da fundação do mundo (Ef 1:4; 1 Pe 1:1, 2). Nada de Sua criação tinha vindo ainda à existência quando Ele nos selecionou.

É difícil comprar coisas em um shopping center porque existem muitas coisas para escolher. As pessoas não compram cegamente; elas consideram e escolhem cuidadosamente o que comprarão. Na eternidade passada, antes de Sua criação, Deus me viu e disse: "Eu gosto deste." Sem ter sido escolhido, não creio que me teria tornado um cristão. Mesmo tendo nascido no cristianismo, eu não era um cristão até os dezenove anos. Fui educado dentro do cristianismo, mas ainda não cria. Entretanto, um dia Deus me tocou e disse: "Eu quero você." Naquele dia fui capturado. E quanto a vocês? Atrás do cenário há uma mão poderosa e eterna dirigindo todas as coisas. Nossa seleção é uma coisa maravilhosa.


Nosso Pai celestial fica alegre quando nos vê. Somos o desejo de Seu coração, Seu bom prazer. O prazer de Deus não está na lua, no sol, no céu ou na terra. Ele nos diz claramente em Sua Palavra que Ele não fica satisfeito apenas com a terra e o céu. O que O satisfaz é Seu povo escolhido. Somos Seu bom prazer, e Seu plano foi feito para nós.

Extraído do livro: A revelação básica nas Escrituras Sacradas

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A ROSA E O CACTO

Por causa de uma crise em seu casamento, um homem decidiu ter um relacionamento amoroso melhor e mais tranquilo do que tinha com a esposa. Mas antes, foi até a igreja onde a esposa e os filhos congregavam. Lá, ele se encontrou com o zelador do templo, um senhor cristão, de uns 80 anos de idade, muito conhecido por aconselhar pessoas, e perguntou:
- Senhor, eu vim aqui porque preciso de sua ajuda, pois estou muito confuso.

- O que aconteceu?
- É que tenho enfrentado muitos problemas no meu casamento e já não sei mais se sinto alguma coisa pela minha esposa. Para ser sincero, estou com o desejo de procurar outra mulher para ver se encontro a verdadeira felicidade. Pode ser que encontre o que não recebo há anos.

Com o semblante sereno, o zelador conselheiro fez um convite àquele homem:
- Imagino o quanto seja difícil, mas, antes que eu fale qualquer coisa, venha até o jardim comigo.

O idoso, então, apanhou duas plantas em suas mãos: uma rosa e um cacto. Em seguida, perguntou ao marido insatisfeito:
- Se você tivesse que escolher uma dessas duas plantas, qual das duas você escolheria?
- A rosa, é lógico! A rosa é bem mais bonita, cheirosa e agradável de se ver, do que esse cacto cheio de espinhos e sem graça.
- Você tem toda a razão! A rosa é realmente muito mais bonita e seu perfume não se compara ao de um cacto. Mas quero que você aprenda uma coisa importante: muitas vezes, os homens agem com pouca sabedoria. Eles preferem aquilo que tem alguma beleza externa ou o que parece chamar mais a atenção. Essa rosa realmente é mais bonita que o cacto. Deus quis assim… No entanto, ela morre em pouco tempo e perde toda a sua beleza. Se o clima estiver desfavorável, a flor morre ainda mais rápido, seca e fica feia. Já o cacto, foi criado por Deus para resistir a todos os climas ruins. Faça frio ou calor, chuva ou sol, ele permanece sempre verde e com os seus espinhos. Deus foi tão cuidadoso em sua criação que, nos tempos certos, surge nesse cacto uma das mais belas flores que se tem conhecimento em toda a natureza.

E antes que o rapaz pudesse argumentar, aquele sábio homem falou:
- Sua mulher não é perfeita, assim como você não é! Ela conhece seus erros, suas fraquezas, seus defeitos. Com ela, você pode desabafar em seus dias ruins, ela cuida de você e de seus filhos, está sempre de prontidão para te ajudar da melhor forma que ela pode. Deus confiou a vida dela a você! Já uma amante pode se mostrar tão bela quanto uma rosa. Porém, na primeira dificuldade, ela vai te trocar por outro homem que ofereça a ela mais do que você pode oferecer.

Enquanto colocava as duas plantas em seus devidos lugares, o zelador da igreja concluiu:
- Agora me diga, rapaz. Com quem você quer ficar? Com a rosa ou com o cacto?

Com lágrimas nos olhos e sem muitas palavras a dizer, o marido apertou a mão do zelador, lhe deu um caloroso abraço e foi para sua casa. No caminho de volta, passou em uma floricultura, comprou um buquê com uma dúzia de rosas para a esposa e escreveu em um cartão:
- Nem mesmo a beleza e o perfume de todas as rosas do mundo podem ser comparados a você! Te amo minha linda!

“Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor” (Provérbios 18:22).


Extraído do link: http://radio93.com.br/eraumavez/a-rosa-e-o-cacto/

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Hino c-73



1 Por Tua graça sou o que sou,
Cristo, és meu viver,
Pois se dependesse de mim
Nunca poderia vencer.
Mas pelo fato de Te conter
Em meu interior,
Fortalecido, posso viver
Para Ti, Senhor.

Logo pela manhã eu vou
Agradar ao meu Senhor,
Dizer-Lhe coisas de amor,
Derramar meu coração.

2 Qual prisioneiro, com os irmãos,
Transformado sou,
Pois a Sua vida expressar
É o que deseja o Senhor.
Mente, vontade e emoção
Ele vai ganhar,
Quando no meu diário viver
O Senhor tocar.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A UNÇÃO, O SELO E O PENHOR DO ESPÍRITO

Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração (2 Co 1:21-22).

QUANDO a cruz de Cristo trabalha em você, este trabalho introduz a ressurreição. Portanto, em 2 Coríntios 1:21-22 diz-se que Deus nos ungiu, selou e nos deu o penhor, o antegozo do Espírito. Se desejamos ministrar algo de Cristo a outras pessoas, temos de experimentar Cristo pelo operar da cruz e o operar da cruz é para a unção, o selar e o penhor do Espírito. Estamos agora em Cristo e Cristo é nossa porção, mas experimentamos Cristo pelo operar da cruz. Necessitamos da obra da cruz porque temos o ungir, o selar e o antegozo, a garantia do espírito em nosso interior. Se você não foi levado a um fim, ser-lhe-á muito difícil se importar com a unção e o selar interiores. Ser-lhe-á difícil desfrutar do penhor interior do Espírito. O operar da cruz destina-se á experiência da unção interior, do selar e do desfrute interior do penhor do Espírito. Todos necessitamos do operar da cruz a fim de desfrutarmos o penhor do Espírito e para que possamos experimentar a unção e o selar do Espírito

1º A unção;
2º O selar
3º O penhor.

Deus nos ungiu Consigo mesmo. A unção é como uma pintura. Quanto mais alguém pinta, mais tinta deposita-se sobre a coisa que está sendo pintada. Hoje Deus é o pintor divino. Ele nos pinta com todos os Seus elementos. Quanto mais nos pinta com seus elementos divinos, mais esses elementos de Deus serão lavrados em nosso interior. Portanto, a unção de Deus em nós é a sua transmissão de todos os Seus elementos divinos dentro de nós. Quando éramos incrédulos, não tínhamos os elementos divinos. Somente tínhamos o elemento humano. Desde que nos tornamos cristãos, Deus está ungindo-nos Consigo mesmo em nosso interior para que possamos ter os elementos divinos dispensados para todas as nossas partes interiores. Deus unge-nos Consigo mesmo a fim de podermos ser totalmente mesclados a Ele, com os Seus elementos divinos, para sermos totalmente um com Ele.

A unção transmite os elementos de Deus para o nosso interior e o selar imprime os elementos divinos para expressar a imagem de Deus. Se, com um carimbo, carimbarmos um pedaço de papel, a figura do carimbo será deixada no papel. O selar nos dá a figura ou a imagem. Deus não somente nos ungiu com todos os Seus elementos, como também selou-nos com Sua própria imagem. Quanto mais somos selados por Deus, mais teremos a sua imagem.

Finalmente temos o penhor do Espírito. O penhor do Espírito é o antegozo de Deus como uma amostra e garantia do pleno gozo de Deus. Deus colocou-se em nós como um tipo de sinal de pagamento ou o antegozo para que possamos prová-lo em nosso interior.


Devemos ser impressionados pelo fato de Deus ter-nos ungido para todos os seus elementos, selado com sua própria imagem e ter-se colocado em nós como um tipo de sinal de pagamento para nosso desfrute. Devemos aprender a perceber a unção interior, a como cooperar com o selar interior e como desfrutar o penhor interior, o sinal do pagamento, a garantia, o antegozo do Espírito Santo. Mediante o operar da cruz com a unção, selar e antegozo ou penhor interiores, teremos a experiência adequada de Cristo. Então teremos o ministério de que o Corpo de Cristo necessita desesperadamente nos dias de hoje. Que o Senhor seja misericordioso para conosco a fim de que sejamos levados á percepção de como precisamos do operar da cruz levando-nos ao fim e de quanto precisamos experimentar a unção interior, o selar e o penhor do Espírito a fim de que tenhamos um ministério verdadeiro para o Corpo de Cristo.

Extraído do livro: 2 Coríntios - Autobiografia de uma pessoa no Espírito

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O SIGNIFICADO BÍBLICO DO "SUBIR À MONTANHA"

A primeira pessoa na Bíblia a "subir à montanha" foi Noé. Ele chegou ao monte Ararate enquanto estava na arca, passando pelo dilúvio (Gn 8:1-5). A ênfase do juízo por meio do dilúvio não estava em julgar o pecado, mas o mundo que ofendia a Deus. O fato de Noé subir à montanha simboliza que ele estava sendo libertado do juízo e escapando de todas as situações de rebelião contra Deus. Quando ele chegou ao monte, todas as situações de rebelião em relação a Deus cessaram. Portanto, o subir à montanha na Bíblia para estar na presença de Deus indica, primeiro, estar livre da rebelião. Embora o mundo todo tenha mergulhado em um estado de rebelião contra Deus, os que foram à montanha com Noé escaparam da rebelião. Segundo, indica ascensão aos céus por meio da morte e ressurreição. Uma vez que ficou livre da rebelião e passou pelo dilúvio, um tipo de experiência de morte e ressurreição, Noé entrou em uma nova era para representar a autoridade de Deus na terra. O significado de Noé subir à montanha é o mesmo que o de todos os que subiram à montanha depois dele. Toda vez que leva uma pessoa a subir uma montanha, Deus tenciona que ela seja libertada da rebelião e passe pela morte e ressurreição a fim de chegar a uma condição de representar a autoridade de Deus na terra. É nisso que se resume o significado da experiência do homem de subir à montanha.

Na Bíblia, há outro aspecto do significado do subir à montanha: obter revelação. Em muitos exemplos, desde a subida de Abraão ao monte Moriá (Gn 22:1-2) à permanência de João na ilha de Patmos (Ap 1:9; 21:10), a ênfase dada a essas experiências nas Escrituras é o receber a revelação. A subida de Abraão ao monte Moriá era, a princípio, para a consagração, mas, no final, foi para a revelação. Ao subir o monte, Abraão veio a conhecer a Deus como 'Jeová Jiré" (O Senhor Proverá) e a conhecer a obra de Deus na terra, pois a promessa de Deus a Abraão tinha a ver com a obra que Ele realizaria na terra. Depois de Abraão, Moisés e Elias também receberam a revelação ao subir a um monte (Êx 19:20; 1 Rs 18:42). No Novo Testamento, o fato de o Senhor levar Seus discípulos a um monte também foi para fazer uma revelação (Mt 5:1). Por fim, o objetivo de João ser levado a um monte quando estava na ilha de Patmos foi, sobretudo, receber revelação. Na experiência de João ao subir à montanha, vemos o significado extremo desta questão: ser libertado da rebelião, passar pela morte e ressurreição, representar a autoridade de Deus na terra e receber uma revelação extremamente misteriosa.

O fato de que é preciso subir à montanha para receber revelação indica que, para recebê-la, é preciso pagar um preço. Em outras palavras, subir à montanha é pagar um preço. O ensino do Senhor no monte em Mateus 5 a 7 veio depois que Ele ensinou nas sinagogas (4:23) e também era independente de Seu ensino nelas. O ensino nas sinagogas era comum, geral e foi ouvido por grande número de pessoas. No entanto, após ensinar nas sinagogas, o Senhor levou Seus discípulos ao monte. O ensino no monte tinha a ver com o reino dos céus; esse ensino era importante, específico e foi ouvido só por alguns que foram ao Senhor, seguindo-O até o monte. Subir à montanha é pagar um preço e ir ao Senhor, aproximando-se Dele. Através de todas as gerações, poucos foram capazes de compreender o ensinamento de Mateus 5 a 7, porque poucos estavam dispostos a pagar um preço.

Se quisermos receber revelação, precisamos, sinceramente, tomar a decisão de pagar um preço e aproximar-nos do Senhor. Há os requisitos básicos para que tenhamos a experiência de subir à montanha e recebamos a revelação. Foi ao cumprir esses requisitos, pagando o preço e aproximando-se do Senhor, que Abraão, Moisés e os discípulos do Senhor puderam receber revelação. Aconteceu, sobretudo, o mesmo com João na ilha de Patmos; ele recebeu a revelação enquanto pagava o preço e se aproximava do Senhor no dia do Senhor (Ap 1:10). Todos devemos aprender essa lição.

Extraído do livro: Como ser útil ao Senhor