domingo, 14 de junho de 2015

Disse Jesus: Fazei o povo assentar-se. (João 6.10)
Nossa vida Cristã hoje é um antegozo do banquete celestial que ainda está por vir; pois, Deus "nos fez assentar com Cristo", que, primeiro, assentou-se, por Seu imenso poder, nos lugares celestiais, acima de todas as coisas (Ef 1.20; 2.6). Isto significa que a obra de salvação não é nossa, mas Dele. Não quer dizer que fazemos a obra para Deus, mas que Ele já fez a obra por nós. Deus nos dá a posição de descanso. Ele traz à tona a obra consumada de Seu Filho e a apresenta para nós, e, em seguida, diz-nos: "Por favor, sente-se". A meu ver, Sua oferta de salvação não pode ser melhor expressada do que as palavras de convite para a grande festa encontradas na parábola de Lucas 14:17 "Vinde, porque tudo já está preparado".
W.NEE

sábado, 13 de junho de 2015

Precisamos orar, a fim de voltar ao espírito e ficar lá. Se permanecermos em nosso espírito, os problemas serão resolvidos, e iremos desfrutar do Espírito todo-inclusivo, que habita em nosso espírito. Sem o espírito, não pode haver caminhada cristã. O caminho para ser santo, vencer o pecado, ser espiritual, e ter uma vida de oração é simplesmente andar no Espírito. Sempre que andarmos no Espírito, teremos a direção do Senhor, mesmo em assuntos comuns como a nossa forma de conversar com os outros. 

Estudo-Vida de Gálatas

sexta-feira, 12 de junho de 2015



Quando os sofrimentos virem, não fique desapontado; aceite-os e continue a orar: "Pai, se possível tirar isso, tire. mas mantenha-me na Tua presença, longe de todos os problemas e distrações." Por um lado, devemos orar dessa maneira; por outro lado, temos de está contente com tudo o que o Pai nos dá, porque sabemos que tudo está em Suas mãos e vem ao nosso caminho para que sejamos conformes à imagem de Seu Filho primogênito. Esta conformação é a preparação para a nossa glorificação. 
Estudo-Vida de Romanos

Cristo como nossa vida


É necessário ter Cristo como nossa vida, como verdadeiro conteúdo da igreja. A realidade da igreja é mais do que uma reunião dos santos. Não é meramente uma coleção de santos buscadores. Ela é Cristo tornado real, experimentado, desfrutado, vivido e expressado. As pessoas com essa experiência são a realidade do Corpo de Cristo. Elas são um candelabro de ouro.



(A Situação Mundial, Witness Lee)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Quando entramos no Lugar Santíssimo, sobre qual fundamento além do sangue ousaremos nos apoiar?


Eu preciso me fazer esta pergunta: procuro verdadeiramente ir a Deus através do sangue, ou me confio em qualquer outra coisa? O que entendo quando digo: "através do sangue"? Quero dizer, simplesmente, que eu reconheço os meus pecados, que necessito purificação e expiação, e que me aproximo de Deus apoiando-me só em seus méritos, e nunca confiando nas minhas próprias forças. Nunca, por exemplo, fundando-me no fato de ter sido particularmente amável ou paciente durante o dia, ou de ter feito qualquer coisa pelo Senhor nesta manhã. Devo me aproximar de Deus sempre pela via do sangue de seu Filho. A tentação, para muitos de nós, quando queremos nos achegar a Deus, é a de pensar que, já que Deus tem agido em nós, nos fez conhecer alguma coisa de mais sobre Ele e nos abriu os olhos acerca de lições mais profundas a respeito da Cruz, tem colocado assim diante de nós novas normas de vida, e que somente nos submetendo a elas poderemos ter uma consciência pura diante dEle.
Não! Uma consciência pura não está nunca baseada sobre uma vitória que tenhamos conseguido; ela só pode ser estabelecida sobre a obra que o Senhor Jesus cumpriu vertendo o seu sangue.
Posso errar, mas tenho a impressão muito forte que alguns de nós temos, às vezes, sentimentos como estes: "Hoje eu fui mais amável; hoje eu agi melhor; esta manhã li a Palavra de Deus de forma mais recolhida, então posso orar melhor!", ou, ainda: "Hoje eu tive algumas dificuldades com a minha família, comecei o dia de péssimo humor, sem jeito, e agora não me sinto tão cômodo assim; parece que alguma coisa não está indo bem; não posso, porém, me aproximar de Deus".
Qual é, afinal, a base sobre a qual vocês se aproximam de Deus? Vão a Ele sobre o fundamento incerto dos seus sentimentos, pensando que hoje conseguiram fazer alguma coisa para Ele? Ou vocês se apóiam sobre um fundamento muito mais seguro, ou seja, sobre o fato que o sangue foi vertido e que, vendo esse sangue, Deus está satisfeito? Naturalmente, se tivesse sido possível conceber que a virtude do sangue pudesse ser mudada, a base sobre a qual nos aproximamos de Deus seria menos digna de confiança. Porém, a virtude do sangue nunca mudou e nunca mudará. Podemos, então, nos achegar sempre a Deus com certeza, e esta segurança a obtemos através do sangue, e nunca pelos nossos méritos pessoais. Qualquer seja a medida dos nossos méritos de hoje, de ontem ou de anteontem, apenas nos chegamos com plena consciência ao lugar três vezes santo, é preciso imediatamente que nos apoiemos sobre o terreno seguro e único do sangue vertido. Se o nosso dia foi bom ou ruim, se pecamos a sabendas ou não, o fundamento sobre o qual nos aproximamos a Deus é o mesmo: o sangue de Cristo. O fato de este sangue ser agradável a Deus permanece a única base sobre a qual podemos entrar em sua presença; não existem outras.
Como em muitas outras etapas da nossa experiência cristã, este fato do acesso a Deus se compõe de duas fases, uma inicial e uma sucessiva. A primeira está representada em Efésios 2, e a segunda em Hebreus 10. No início, a nossa posição diante de Deus é assegurada pelo sangue, porque nós fomos "aproximados pelo sangue de Cristo" (Ef 2:13). E imediatamente a base do nosso contínuo acesso a Deus subsiste ainda no sangue; portanto o apóstolo nos exorta assim: "Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (...) Cheguemo-nos" (Hb 10:19,22). Para começar fui re-aproximado pelo sangue, e a continuação, nesta nova relação com Deus devo sempre recorrer ao sangue. Não que eu tenha sido salvado sobre uma certa base e que depois mantenha a minha comunhão com Deus sobre uma outra base. Vocês dirão: "Isto é muito simples; é o ABC do Evangelho". Sim, porém é um fato que muitos de nós nos temos distanciado deste ABC. Temos pensado de ter feito progressos e de tê-lo assim superado, mas nunca poderemos fazer isto. Não, eu me aproximei de Deus a primeira vez através do sangue, e a cada vez que me apresento a Ele é pelo mesmo meio. Até o fim será assim, sempre e unicamente sobre a base do sangue de Cristo.

Isto não significa de maneira alguma que devamos viver uma vida despreocupada. Porém de momento, contentemo-nos com o sangue que está conosco e nos é suficiente. Podemos ser fracos, mas considerando a nossa debilidade não ficaremos mais fortes. Nem também não tentando de sentir a nossa miséria e fazendo penitência nos tornaremos mais santos. Não encontraremos nenhuma ajuda neste sentido. Tenhamos então a coragem de encostar-nos em Deus confiando no sangue, e digamos: "Senhor, eu não conheço bem o valor do sangue, mas sei que o sangue tem Te satisfeito, portanto, o sangue me basta, e é o meu único refúgio. Vejo agora que, tenha eu realizados progressos ou não, tenha eu melhorado ou não, não posso nunca me apresentar diante de Ti senão sobre o fundamento do precioso sangue". Então, a nossa consciência ficará verdadeiramente livre diante de Deus. nenhuma consciência poderá nunca ser purificada fora do sangue. É o sangue que nos dá segurança diante de Deus; "De outra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado", esta é a poderosa expressão de Hebreus 10:2. Somos purificados de cada pecado; podemos fazer eco com Paulo às palavras de Davi: "Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado" (Romanos 4:8).

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A VIA PELA QUAL O CRENTE VAI A DEUS

O sangue de Jesus satisfez Deus, mas deve satisfazer também a nós. Existe, então, um segundo valor, que é para o homem, em quanto que purifica a nossa consciência. Meditando sobre a Epístola aos Hebreus achamos aquilo que o sangue fez. Ele conseguiu para nós "corações purificados da má consciência" (Hb 10:22).
Isto é muito importante. Consideremos atentamente o que está escrito. O autor não nos diz somente que o sangue do Senhor Jesus purifica o nosso coração; não pára nesta declaração.
É um erro relacionar o coração com o sangue desta maneira. Assim demonstramos não compreender a esfera na qual opera o sangue, quando apregoamos: "Senhor, purifica o meu coração do pecado com o Teu sangue"; o coração, Deus diz, é "enganoso" e "perverso" (Jr 17:9).
Deus deve então fazer alguma coisa mais eficaz que purificá-lo: Ele deve nos dar um coração novo.
Nós nunca pensaremos em lavar e passar o ferro numa roupa que seja para jogar fora. Como veremos mais adiante, a "carne" é demasiadamente corrupta para ser purificada: ela deve ser crucificada.
A obra de Deus em nós deve ser uma coisa completamente nova: "E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo" (Ez 36:26).
Não, eu não acho nenhum versículo no qual seja declarado que o sangue de Cristo purifica o coração. A sua obra não é subjetiva neste sentido, mas inteiramente objetiva, diante de Deus. É verdade que a obra da purificação do sangue, segundo Hebreus 10, toca nosso coração, mas é em relação com a nossa consciência. "...tendo os corações purificados da má consciência" (Hb 10:22): o que significa isto? Significa que um obstáculo foi introduzido entre eu e Deus, criando em mim uma má consciência que advirto a cada vez que tento me aproximar dEle. Ela me lembra constantemente a barreira que foi criada entre Ele e eu. Porém agora, a obra do sangue precioso eliminou aquela barreira, e Deus me fez conhecer este fato mediante a sua Palavra.
Devido a que eu cri e aceitei Jesus, a minha consciência foi purificada e o meu sentido de culpa desapareceu; já não tenho uma má consciência diante de Deus.
 Cada um de nós sabe quanto é precioso ter, em nossa relação com Deus, uma consciência pura de cada mácula de pecado. Sim, um coração cheio de fé e uma consciência limpa de todas as acusações são duas coisas essenciais para nós, e uma acompanha a outra. Quando perdemos a paz da consciência, a nossa fé naufraga, e sentimos em seguida que não podemos nos aproximar de Deus. mas para poder continuar a caminhar com Deus devemos conhecer sempre o valor atual do sangue. Deus tem uma contabilidade muito precisa, e é pelo sangue de Cristo que nós podemos, a cada dia, cada hora e cada minuto, nos aproximar dEle. O sangue não perde nunca a sua eficácia como nossa base de acesso ao trono da graça, e nós confiamos inteiramente nisso. 

Extraído do livro: A verdadeira vida cristã

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Salmos 23:6

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mensagem 07 - Desfrutar Deus na Casa de Deus

Conferência de entremesclar em Salvador - BA
14 e 15 de Março de 2015

Tema Geral: Na Casa de Meu Pai








Extraído do Canal Entremesclar
https://www.youtube.com/channel/UCN7R6fGdVs0_taKdfdrdbfQ

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Salmos 27:4

Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no Seu templo.