segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Morte Liberou Vida

Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto (João 12:24).


Quando Jesus estava andando nesta terra, a vida que Ele possuía ainda não podia ser transmitida a nós. Uma das razões para isso, é que Sua vida estava limitada pelo tempo e pelo espaço; estava confinada a Ele mesmo. Ela não podia entrar nos crentes para ser a nova fonte da sua existência. Por essa causa, Cristo tinha de morrer na carne. Quando Ele morreu, o jugo da carne foi quebrado e Sua vida foi liberada.
Em João 12:24 o Senhor se comparou a um grão de trigo, em cuja semente há vida corporificada. Quando o grão cai na terra e morre, a vida em seu interior é liberada e muito fruto é produzido.
Portanto, Deus não parou na encarnação. Ele prosseguiu até a morte, a fim de que Sua vida pudesse ser livrada da carne e liberada para o Espírito Santo. Consequentemente, Ele já não está mais limitado pelo tempo e pelo espaço. Sua vida pode agora ser dispensada sem reservas para todos os que creem. A morte de Cristo na cruz não é meramente para a redenção do pecado, mas é também para liberar a vida divina. Liberar a vida divina é o objetivo principal, enquanto a regeneração é somente uma necessidade remediadora.

Extraído do livreto Vida pela fé

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